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Rua Cristina Torres 3080-210 Figueira da Foz
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Consulta e download de documentos e formulários.

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Consulte a legislação em vigor

Foi aprovada a candidatura PESSOAS-FSE+-01968800 do CFAE Beira Mar, no âmbito do Aviso PESSOAS-2024-20 "Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação e profissionais do sistema de educação e formação", no valor de € 204 654,28, cuja Ficha de Operação é a seguinte:

Beneficiário: ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE CARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ

Morada: RUA DRA. CRISTINA TORRES

Código postal: 3080 - 210 FIGUEIRA DA FOZ

Código da operação: PESSOAS-FSE+-01968800

Programa: Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão (PESSOAS2030)

Fundo: Prioridade Fundo Social Europeu Mais (FSE+)

Prioridade: Mais e melhor (re)qualificação de adultos para crescer - Pessoas

Objetivo específico: Aprendizagem ao longo da vida e transições profissionais

Tipologia de ação: Qualidade do sistema de educação e formação (ESO4.7)

Tipologia de intervenção: Qualidade do sistema de educação e formação (ESO4.7)

Tipologia de operação: Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação profissionais do sistema

Aviso: PESSOAS-2024-20 - Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação e profissionais do sistema de educação e formação

Data da submissão da candidatura: 02-12-2024

Data da decisão da AG/OI: 19-05-2025

 

Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital

 

A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer e refletir sobre o seu nível de competências digitais baseado no DigComp, o quadro europeu de referência. O teste abrange cinco áreas de competência, com 20 perguntas por área, e demora apenas cerca de 5 minutos a completar. Esta autoavaliação permite identificar o seu nível atual de proficiência digital e apoiar o seu desenvolvimento profissional, contribuindo para uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas. Participe e descubra o seu nível de competências digitais em: Academia Portugal Digital.

Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFAECIVOB. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível aqui.

 

     

 

AEDD 2025/26

O Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica do Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar aprovou, a 25 de setembro de 2025, o documento "Procedimentos e prazos do processo de Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD)", relativo ao Ano letivo 2025/26.

Assim, 

1.

a. O docente que, no ano letivo 2025/26, se encontra em período probatório ou integrado no 2.º e 4.º escalão da carreira docente no último ano escolar do fim do ciclo de avaliação, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;

b. O docente que, para atribuição da menção de Excelente no ano letivo 2026/27, em qualquer escalão, o deseja, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;

2. O Diretor da Unidade Orgânica do docente que solicitou AEDD valida (ou não) o respetivo Requerimento até ao dia 16.01.2026;

3. O CFAE Beira Mar disponibiliza a informação sobre os respetivos Avaliador/Avaliado até ao dia 28.01.2026;

4. O CFAE Beira Mar ministra uma AFCD para Avaliadores/Avaliados - separadamente -, online, no dia 29.01.2026;

5. O Avaliador submete em cfaebeiramar.pt a calendarização acordada com o Avaliado das aulas a observar até ao dia 06.02.2026;

6. O período de observação de aulas é de 08.02.2026 a 20.03.2026, exceto em casos devidamente justificados ao CFAE Beira Mar;

7. O docente em AEDD envia o roteiro até 2 (dois) dias antes da observação de cada aula;

8. Até dez dias após a última aula observada, o docente em AEDD submete em cfaebeiramar.pt o relatório de auto-avaliação[1] (no que diz respeito às aulas observadas);

9. O Avaliador externo tem de submeter em cfaebeiramar.pt a sua avaliação, com todos os documentos relacionados com a observação de aulas / avaliação externa (instrumentos de registo e anexo II) até 25 (vinte e cinco) dias após a última aula observada;

10. O Avaliador Interno efetua o pedido de convocatória para reunião entre Avaliadores externo e interno, que o Diretor da Unidade Orgânica do docente avaliado valida em cfaebeiramar.pt;

11. Os avaliadores externo e interno articulam o resultado final da avaliação da dimensão científica e pedagógica (desta reunião é elaborada ata) - esta etapa (reunião) deverá decorrer, para todos os docentes em processo de AEDD, até ao dia 03 de julho de 2026;

12. O diretor da Unidade Orgânica a que pertence o docente em AEDD valida o processo em cfaebeiramar.pt.

 

[1] Este relatório de autoavaliação do avaliado deve ser sucinto e incidir unicamente sobre a parte que se refere às aulas observadas, sendo que posteriormente deve ser inserido no relatório do ciclo avaliativo.

Plataforma CFAE Beira Mar - AJUDA

 

1. Registar na Plataforma CFAE Beira Mar

Ao estar registado nesta plataforma tem acesso a todas as ações dinamizadas pelo CFAE Beira Mar bem como ao histórico das ações em que participou, à documentação necessária, aos certificados e a outros documentos.
  1. Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
  2. Clique na opção “Criar Conta”
  3. Escolha uma das opções (docente, não docente ou formador externo)
  4. Leia a Política de Privacidade e os Termos e Condições e coloque um visto na caixa “Li e concordo…”
  5. Preencha todos os dados solicitados (em especial os obrigatórios marcados com um *)
    Sugestões:
    • no nome de utilizador, coloque o que tem no seu e-mail pessoal à esquerda da @
    • no e-mail opte por colocar um e-mail pessoal em vez de um profissional
    • os dados obrigatórios estão marcados com um *, pelo que terá que os preencher
    • pode concluir o preenchimento destes dados mais tarde, mas se não o fizer corretamente os documentos gerados pela plataforma (contratos, etc.) irão conter dados errados
  6. Clique em “Guardar”
  7. Realize o passo 3 (mais abaixo) desta lista para preencher dados que pode ter deixado em falta

 

2. Entrar na Plataforma CFAE Beira Mar

  1. Para poder entrar, tem que ter realizado uma vez o passo anterior
  2. Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
  3. Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
Nota: Se já tem uma conta, não crie outra! Se não sabe o seu nome de utilizador ou palavra passe, na área à direita clique em “Criar nova palavra-passe”, consulte o seu e-mail e siga os passos lá descritos.

 

3. Verificar e corrigir os seus dados

  1. No canto superior direito, clique em cima do seu nome e depois em “Editar”
  2. Verifique se os dados apresentados estão corretos
  3. Passe o rato por cima da área a corrigir (identificação, contactos, situação profissional, etc.), e clique no ícone do lápis que aparece à direita
  4. Corrija ou complemente os seus dados
  5. Clique em “Guardar”
Nota: mantenha o seu perfil corretamente atualizado. Os documentos gerados pela plataforma baseiam-se nos dados que forneceu, pelo que se indicar informação errada esta passará para os documentos.

 

4. Inscrever numa ação

  1. Realize o passo 2 (acima) desta lista
  2. Clique no menu “Oferta Formativa”
  3. Procure a ação e clique nela para saber mais detalhes
  4. Para se inscrever clique no botão “Inscrever-me”

 

5. Entregar documentação

  1. Realize o passo 2 (acima) desta lista
  2. Clique no menu “Formando”
  3. Clique na Ação
  4. Clique no separador “Documentos”
  5. Verifique a lista de documentos solicitados
  6. Descarregue um documento
  7. Assine-o digitalmente com o seu Cartão de Cidadão (veja como neste vídeo).
  8. Submeta o documento na plataforma
  9. Volte ao passo 4 para os restantes documentos
  10. Até que encontre os documentos todos validados pelo CFAE Beira Mar, deve realizar regularmente os passos indicados
Notas:
  • evite o papel assinando os documentos digitalmente.
  • esteja atento(a) ao seu e-mail, pois receberá uma mensagem de aviso se ocorrer alguma invalidação de documento.

 

6. Descarregar Certificado de uma Ação

Para consultar informação e descarregar o Certificado de uma ação:
  1. Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
  2. Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
  3. Clique no menu “Histórico”
  4. Procure e clique em cima da ação
  5. Consulte a informação e clique em “Transferir” para descarregar o seu certificado

 

7. Como assinar com o Cartão de Cidadão

Parte muito importante da transição digital é a capacidade de assinar digitalmente documentos. Só assinando digitalmente conseguimos garantir as seguintes 3 características do documento assinado:
  • Autenticidade: Garantia da identidade de quem o assinou. As assinaturas digitais são muito mais robustas do que as manuais.
  • Integridade: Garantia de que o documento se encontra tal e qual como no momento em que foi assinado.
  • Não repúdio: Garantia de que, depois de assinado, o signatário não pode negar que o assinou.

O que precisa para assinar documentos com o Cartão de Cidadão:
  • Códigos do Cartão de Cidadão: Uma carta que recebe na sua morada, quando muda de CC e que precisa para o levantar. Esta carta tem, entre outros, o PIN de morada, o PIN de autenticação e o PIN de Assinatura Digital do Cartão de Cidadão. Se perdeu esta folha, por questões de segurança, deve solicitar uma nova (tem um custo de 5€) num dos balcões das várias entidades da Administração Pública e guarda-la num local seguro.
  • Assinatura Digital ativa: Usualmente os Cartões de Cidadão não têm a assinatura digital ativada. A ativação da assinatura digital pode ser solicitada num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
  • Leitor de Cartões de Cidadão: Este é um dispositivo que se liga por USB a um computador e que pode ser adquidido numa grande superfície ou numa loja de informática (custo aprox. entre 8€ e 15€).
  • Sem leitor de Cartões de Cidadão -> Ativar Chave Movel Digital: Se não tem leitor de Cartões de Cidadão ou prefere usar um Smartphone para assinar, deve ter os cuidados de segurança enerentes a este processo (PIN seguro ou autenticação biométrica ativada no smartphone), e solicitar a ativação da Chave Móvel Digital num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.

Assinar um documento com leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
  1. Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
  2. Ligar o leitor de Cartões de Cidadão a uma das portas USB do computador;
  3. Abrir a aplicação Autenticação.gov;
  4. Inserir o Cartão de Cidadão no leitor de cartões;
  5. Escolher a opção Assinatura;
  6. Adicionar os documentos (PDF);
  7. Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
  8. Escolher a opção Assinar com Cartão de Cidadão;
  9. Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
  10. Inserir o PIN da assinatura.

Assinar um documento sem leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
  1. Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
  2. Abrir a aplicação Autenticação.gov;
  3. Escolher a opção Assinatura;
  4. Adicionar os documentos (PDF);
  5. Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
  6. Escolher a opção Assinar com Chave Móvel Digital;
  7. Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
  8. Inserir o número de telemóvel, o PIN da assinatura da Chave Móvel Digital e clicar em Confirmar.

 

Plano de formação

O Plano de Formação que o CFAE Beira Mar construiu, conjuntamente com as Unidades Orgânicas associadas, correspondendo às respetivas necessidades formativas, encontra-se alinhado com os objetivos e com as medidas de política educativa na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O Plano de Formação, que suporta esta candidatura, pretende dar resposta às necessidades de formação dos Agrupamentos/Escolas Associados/as do CFAE Beira Mar que se enquadram nas medidas de política educativa previstas nesta matéria. 
O CFAE Beira Mar espera atingir com a operação um universo de 935 formandos, distribuídos por 55 Cursos/Oficinas/AFCDs (87 ações) e uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de Set/2024 a Jul/2026.

O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.

TeachXevidence

O CFAE Beira Mar é parceiro no Consórcio, liderado pela Universidade de Barcelona, subordinado ao tema "TeachXevidence - Preventing gender-based violence in schools based on scientific evidence with social impact" (CERV-2022-DAPHNE 101096234)

https://www.instagram.com/teachxevidence/

https://twitter.com/teachxevidence

 

Portal Moodle do CFAE Beira Mar

 

DIVULGAÇÃO

714

Aprendizagem de Inglês e Comunicação em Contexto Escolar
Esta Ação destina-se unicamente ao Pessoal não docente do Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede

ACD

 

3.0 horas

 

Presencial

 

Pessoal não docente;

Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede (Escola-Sede)

Esta ação de curta duração surge no seguimento do Projeto Erasmus+ em desenvolvimento no Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, constituindo uma atividade de disseminação das aprendizagens realizadas durante uma mobilidade internacional, no âmbito de um curso de aprendizagem de Inglês. A crescente ...
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Ref. 4491 Inscrições abertas até 20-07-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CFAEBM-442526

Modalidade: Ação curta duração

Duração: 3.0 horas

Início: 21-07-2026

Fim: 21-07-2026

Regime: Presencial

Local: Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede (Escola-Sede)

Formador

Celeste Maria de Oliveira Costa Correia Simões

Destinatários

Pessoal não docente;

Certificado pelo

CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar

Enquadramento

Esta ação de curta duração surge no seguimento do Projeto Erasmus+ em desenvolvimento no Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, constituindo uma atividade de disseminação das aprendizagens realizadas durante uma mobilidade internacional, no âmbito de um curso de aprendizagem de Inglês. A crescente internacionalização das escolas, a participação em projetos europeus e o contacto frequente com alunos/as, docentes, encarregados/as de educação e entidades estrangeiras tornam cada vez mais relevante o desenvolvimento de competências linguísticas e comunicacionais por parte do pessoal não docente. Paralelamente, a escola recebe atualmente um número crescente de alunos/as e famílias de diferentes nacionalidades e contextos culturais, o que reforça a necessidade de promover práticas de comunicação mais inclusivas, acessíveis e facilitadoras da integração. Neste contexto, assistentes técnicos/as e restantes profissionais não docentes assumem um papel fundamental no acolhimento, atendimento e acompanhamento diário da comunidade educativa, sendo frequentemente os primeiros elementos de contacto com alunos/as, famílias e visitantes estrangeiros/as. A utilização do Inglês como língua de comunicação constitui, assim, uma ferramenta essencial para promover interações mais eficazes, contribuir para um ambiente escolar acolhedor e reforçar a dimensão multicultural e inclusiva da escola. A participação nesta mobilidade Erasmus+ permitiu às formandas contactar com metodologias práticas de aprendizagem de línguas, estratégias de comunicação funcional e recursos digitais facilitadores da aquisição de competências linguísticas em contexto profissional. A presente ação pretende partilhar essas aprendizagens com a comunidade educativa, incentivando uma atitude de abertura à aprendizagem ao longo da vida, ao desenvolvimento pessoal e profissional e à valorização do papel do pessoal não docente no funcionamento e na internacionalização da escola. Pretende-se igualmente promover momentos de reflexão conjunta, partilha de experiências e construção colaborativa de estratégias úteis para o contexto escolar, reforçando a importância do trabalho em equipa, da comunicação eficaz e da valorização da diversidade cultural no ambiente educativo.

Objetivos

Desenvolver competências básicas de comunicação em língua inglesa aplicadas ao contexto escolar. Contactar com estratégias práticas de aprendizagem de línguas estrangeiras. Promover a confiança na utilização do Inglês em situações do quotidiano profissional. Partilhar aprendizagens e experiências adquiridas no âmbito da mobilidade Erasmus+. Sensibilizar para a importância da internacionalização e da dimensão europeia da escola. Promover práticas de comunicação inclusivas em contextos multiculturais no espaço escolar. Promover a utilização de ferramentas e recursos digitais de apoio à aprendizagem linguística. Incentivar a aprendizagem ao longo da vida e o desenvolvimento profissional do pessoal não docente. Promover a partilha de atividades e estratégias, a fim de criar hábitos de reflexão conjunta, tendentes a enriquecer as práticas pedagógicas individuais no âmbito em causa.

Conteúdos

Inglês no Quotidiano Escolar e Comunicação Intercultural Vocabulário e expressões úteis em contexto escolar; atendimento e comunicação básica; situações práticas de interação com alunos/as, famílias e visitantes estrangeiros/as; comunicação contextos multiculturais e inclusivos.


Observações

Esta Ação destina-se unicamente ao Pessoal não docente do Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede

Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 21-07-2026 (Terça-feira) 09:00 - 12:00 3:00 Presencial

INSCREVER-ME
716

ÉTICA EM AÇÃO II: questões nas margens do humano

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520

online

O Perfil dos Alunos pretende que estes mobilizem “valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável”. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se ...
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Ref. 3523 Inscrições abertas até 06-10-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131418/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 09-10-2026

Fim: 31-10-2026

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Manuel João da Conceição e Pires

Destinatários

Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Enquadramento

O Perfil dos Alunos pretende que estes mobilizem “valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável”. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se colocam nas fronteiras do humano, convocando este a repensar-se a si próprio e ao mundo, constitui-se como uma oportunidade para este desiderato. Estas questões estão presentes não só nos módulos finais do 10º e 11º anos de Filosofia, mas também em disciplinas como Inglês (Questões de Bioética), Biologia e Geologia (Biodiversidade), Geografia A (Recursos Naturais), Economia e Português, podendo ser a ponte para DAC’s ou Projetos de Cidadania e Desenvolvimento. A formação justifica-se assim pela necessidade de dotar os professores de competências que lhes permitam debater questões de ética prática de forma profícua com os seus alunos.

Objetivos

O principal objetivo é proporcionar aos formandos a oportunidade de atualizarem, desenvolverem e articularem entre si os seus conhecimentos e competências no âmbito do debate de um conjunto, de questões de ética prática de modo a construírem e partilharem recursos didáticos diversificados, mutuamente complementares, com vista a uma maior interdisciplinaridade e a uma renovação qualitativa das suas práticas pedagógicas. A ação será estruturada de forma que os formandos venham a ser capazes de: • Adquirir competências no âmbito dos instrumentos fundamentais necessários para o debate de questões de ética prática; • Aprofundar os seus conhecimentos sobre os argumentos fundamentais a partir dos quais se desenvolve o debate contemporâneo sobre as questões abordadas, • Conhecer bibliografia relevante sobre as questões de ética prática abordadas; • Delimitar e formular de forma rigorosa questões de ética prática; • Fundamentar a relevância das questões abordadas, (os restantes objetivos seguem em documento anexo)

Conteúdos

0. KIT DE ÉTICA PRÁTICA Pilares da Ética: • O ponto de vista do universo • O princípio da imparcialidade • A supremacia ética Debater questões de ética prática • Asserções e argumentos • Avaliação de argumentos e teorias • Testar premissas éticas e não éticas • Argumentos e experiências mentais 1. ANIMAIS NÃO-HUMANOS: 1.1. O Problema do Estatuto Ético dos Animais Não-Humanos • Estatuto Ético e Propriedades Eticamente Relevantes • Estatuto Ético e Consideração Ética 1.2. As Fronteiras da Esfera da Consideração Ética • Qual a propriedade que faz com que um ser seja digno de consideração ética? • Quais são as entidades que devem ser incluídas na esfera de consideração ética? • Quais são as condições necessárias e suficientes para que um ser seja digno de consideração ética? 1.2.1. A Mundividência Antropocêntrica: • A conceção Bíblica • Descartes e o animal-máquina • Kant e o animal como meio para um fim • Carl Cohen: consideração sem direitos 1.2.2. Utilitarismo e os Animais Não-Humanos (Peter Singer): • O princípio da igualdade na consideração dos interesses • A senciência como critério de consideração ética • Maximização do bem e expansão da consideração ética • Críticas e objeções ao utilitarismo 1.2.3. Direitos dos Animais como Direitos Naturais (Tom Regan) • Sujeitos-de-uma-vida e consideração ética • Valor inerente e igualdade ética • O princípio do respeito e direitos morais • Princípios de hierarquização • Críticas a objeções ao abolicionismo de Regan 1.2.4. Contratualismo e Direitos dos Animais • Contratualismo e estatuto moral • Duas formas de contratualismo: hobbesiano e kantiano • Posição original e direitos dos animais • Críticas e Objeções ao Contratualismo (os restantes conteúdos seguem em documento anexo)

Metodologias

As sessões serão de cariz teórico-prático e serão dinamizadas através da tematização dialógica de cada um dos conteúdos, sempre contextualizados a partir de casos práticos que constituirão a base para o debate e análise crítica de teses e argumentos. As metodologias privilegiadas serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo, o trabalho de pesquisa e a leitura ativa, sempre que necessário acompanhadas de apresentações e recursos multimédia. Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. Assim, os formandos poderão adquirir as competências essenciais à conceção, elaboração, acompanhamento e avaliação de ensaios, integrando-os como dispositivos didático-pedagógicos, de caráter hermenêutico e heurístico, na sua prática letiva. A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e, essencialmente, no trabalho assíncrono/autónomo irá incidir na leitura de partes da bibliografia de referência, na resolução de pequenos desafios e na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas.

Avaliação

Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: • Um projeto filosófico-didático. • Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. • Assiduidade e participação nas sessões - 20% • Realização de tarefas – 30% • Trabalho individual – 50% • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

BARTNECK, Christoph, CHRISTOPH, Ludge, WAGNER, Alan, WELSH, Sean (2021), An Introduction to Ethic in Robotics and AI, Springer, Cham.Galvão, Pedro, org. (2005), Os Animais. têm Direitos? Perspetivas e Argumentos, Lisboa, Dinalivro.JAMIESON, Dale (2010), Ethics and the Environment. An Introduction, Cambridge University Press, Cambridge.Singer, Peter (2000), Ética Prática, Lisboa, Gradiva.Vaughn, Lewis (2016), Doing Ethics. Moral Reasoning and Contemporary Issues, W. W. Norton and Company, New York-London.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 09-10-2026 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
2 10-10-2026 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
3 16-10-2026 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
4 17-10-2026 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
5 21-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
6 23-10-2026 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
7 24-10-2026 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona
8 28-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 20:30 2:30 Online assíncrona
9 30-10-2026 (Sexta-feira) 19:00 - 21:00 2:00 Online síncrona
10 31-10-2026 (Sábado) 09:30 - 12:30 3:00 Online síncrona

INSCREVER-ME
717

Ensinar a pensar criticamente na disciplina de Filosofia num mundo digital

Curso

 

35.0 horas

 

e-learning

 

Professores do Grupo 410

online

Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens ...
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Ref. 3932 Inscrições abertas até 06-10-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135998/25

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 35.0 horas

Início: 10-10-2026

Fim: 14-11-2026

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Isabel Maria Rodrigues Bernardo

Teresa Maria Morais

Destinatários

Professores do Grupo 410

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Entidade formadora/Parceria

Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia

Enquadramento

Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens Essenciais (problematizar, conceptualizar e argumentar) permitem o cruzamento intencional e explícito com capacidades e disposições de pensamento crítico (PC). Dado o caráter aplicável dos conceitos e teorias da Filosofia ao conhecimento produzido em outras disciplinas e a uma reflexão sobre o quotidiano, o desenvolvimento de capacidades e disposições de PC pode ser consolidados no cruzamento entre saberes, facilitando a sua transferência para outras situações da vida e da aprendizagem do aluno. Por outro lado, a filosofia pode dar aos alunos instrumentos conceituais que lhes permitam, não apenas aprender com recursos a tecnologias digitais, agora potencializadas com Inteligência Artificial (IA), mas pensar sobre a sua aprendizagem e a utilização desses recursos e, por extensão, a utilização de recursos digitais no mundo e o seu impacto social, político e ético.

Objetivos

1. Refletir, a partir da análise das Aprendizagens Essenciais de Filosofia do 10.º 11.º anos e do seu cruzamento com o Perfil dos alunos, sobre as capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação e o seu cruzamento com capacidades e disposições de PC. 2. Discutir sobre a possibilidade de hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia através da utilização de recursos digitais, nomeadamente os potenciados com Inteligência Artificial (IA). 3. Conceber, a partir do conhecimento específico da filosofia e com base em metodologias ativas (aprendizagem com base em problemas, controvérsia construtiva, organizadores gráficos, simulação, KWL…) e recursos digitais, sequências de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento das capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação, com integração de capacidades e disposições de PC

Conteúdos

A) Enquadramento (4h síncronas) 1. O que significa, na Didática da Filosofia, problematizar, concetualizar e argumentar? 2. Como integrar, a partir do Perfil dos alunos, capacidades e disposições de pensamento crítico? 3. O que significa a hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia num contexto de entrada da IA na educação? B) Experimentação (4h + 4h + 4h síncronas) Atividades de problematização suportadas em recursos digitais. Da questão ao problema. Do conceito ao problema. Da realidade empírica ao questionamento filosófico. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de problematização com integração de PC. Atividades de conceptualização, com organizadores gráficos suportados em recursos digitais. Definição de conceitos, mapas concetuais e mapas mentais. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de concetualização com integração de capacidades de PC. Atividades de argumentação suportadas em recursos digitais Técnicas e modelos de argumentação. Mapas de argumentos Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de argumentação com integração de capacidades de PC. C) Criação (3 horas síncronas + 13 horas assíncronas) Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem com integração de competências filosóficas e PC, assentes em metodologias ativas e recursos digitais e que permitam a reflexão sobre o uso educativo, social e político desses recursos. D) Discussão (3h síncronas) Apresentação e discussão des sequências de ensino e aprendizagem elaboradas pelos formandos.

Metodologias

Sessões online síncronas (4h+4h+4h+4h+3h+3h) As sessões terão um carácter teórico, teórico-prático e prático-reflexivo. Com base no princípio do isomorfismo, o roteiro de cada sessão será planificado de acordo com os mesmos princípios que os das planificações de ensino e aprendizagem que serão elaboradas pelos formandos em trabalho autónomo. Assim, os formandos serão colocados em ação, tal como irão colocar os alunos, tendo em conta as orientações da aprendizagem em contexto e do “aprender, fazendo”. Os formandos terão ainda uma sessão para ser realizado o acompanhamento síncrono das planificações, antes da sua apresentação e discussão. Mantendo-se o isomorfismo referido, aos formandos será dada feedback, dos formadores e dos pares, que permita a reformulação das planificações, até à sua versão final, a qual será avaliada qualitativa e quantitativamente. Trabalho autónomo/assíncrono (13h) Nas sessões assíncronas, os formandos elaboram uma planificação que integre todos os elementos da formação. Elaborarão, também, um portfólio individual de aprendizagem no qual colocarão uma reflexão individual.

Avaliação

Conforme indicado abaixo, a avaliação comportará três critérios: a) pontualidade e participação nas sessões; trabalho desenvolvido nas sessões; b) trabalhos práticos realizados nas sessões síncronas e assíncronas; c) elaboração de um portfólio individual. Pontualidade e participação nas sessões - 10% Trabalho desenvolvido nas sessões – 60% Portfólio de aprendizagem – 30% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas síncronas. Obtenção de classificação mínima de Bom, de acordo com a escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

Bernardo, I., Vieira, R. M., & Sá, A. F. (2021). Avaliação para as aprendizagens com tecnologias digitais na aula de Filosofia com integração do pensamento crítico. In. A. Versuti, G. Scareli, G., & L. Pedro (Orgs.). A educação pós-pandemia: Desafios pedagógicos e tecnológicos, pp. 125-154. Ria Editorial.Bernardo, I. (2024). Aprender a filosofar no ensino secundário: Orientações curriculares e didáticas para integração do pensamento crítico. Universidade de Aveiro. https://ria.ua.pt/handle/10773/41550Fernandes, D. (2019b). Para um enquadramento teórico da avaliação formativa e da avaliação sumativa das aprendizagens escolares. In M.I. R. Ortigão, D. Fernandes, T. V. Pereira, & L. Santos (Orgs.). Avaliar para aprender em Portugal e no Brasil: Perspectivas teóricas, práticas e de desenvolvimento (pp.139-164). CRVMorais, T., Dominguez, C., Lopes, J. P., & Silva, M. H. (2015). O ensino de competências argumentativas em filosofia através do método de controvérsia construtiva. In C. Dominguez (Coord.). Pensamento crítico na educação: desafios atuais: Critical thinking in education: actual challenges, pp. 279-286. Vila Real: UTAD. https://tinyurl.com/y969cwuu


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 10-10-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona
2 14-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Online assíncrona
3 17-10-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona
4 21-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:30 3:30 Online assíncrona
5 24-10-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona
6 28-10-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online assíncrona
7 31-10-2026 (Sábado) 09:00 - 12:30 3:30 Online síncrona
8 04-11-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 21:00 3:00 Online assíncrona
9 07-11-2026 (Sábado) 09:00 - 12:30 3:30 Online síncrona
10 14-11-2026 (Sábado) 09:00 - 12:00 3:00 Online síncrona

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Sobre a Verdade: Teorias e Aplicações Pedagógicas

Curso

 

25.0 horas

 

e-learning

 

Professores do Grupo 410

online

A verdade sempre constituiu um conceito central ao pensamento filosófico, desempenhando, durante séculos, o papel de telos da pesquisa e o fundamento da sociedade. As transformações pelas quais o mundo ocidental tem transitado nas últimas décadas tem suscitado o questionamento acerca do interesse e ...
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Ref. 3513 Inscrições abertas até 03-11-2026 INSCREVER-ME

Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131417/24

Modalidade: Curso de Formação

Duração: 25.0 horas

Início: 07-11-2026

Fim: 28-11-2026

Regime: e-learning

Local: online

Formador

Artur Emanuel Ilharco Galvão

Destinatários

Professores do Grupo 410

Releva

Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.

Acreditado pelo

CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua

Enquadramento

A verdade sempre constituiu um conceito central ao pensamento filosófico, desempenhando, durante séculos, o papel de telos da pesquisa e o fundamento da sociedade. As transformações pelas quais o mundo ocidental tem transitado nas últimas décadas tem suscitado o questionamento acerca do interesse e utilidade da verdade. Nesse sentido, tem-se levantado a hipótese de nos encontrarmos numa era da ‘pós-verdade’ ou da ‘verifobia’, na qual as emoções, sentimentos e agendas políticas e sociais são valorizadas, ao passo que os factos e a realidade são ignorados ou minimizados. O objetivo desta formação não é o de analisar as causas e consequências da desvalorização da verdade, antes o de assumir que esse facto voltou a colocar o tema da verdade no centro da reflexão. Ora, para que esta última possa ocorrer, urge recentrar o debate no que é a verdade, pois qualquer manutenção ou superação do conceito implica necessariamente uma compreensão do mesmo. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla e introdutória às mais importantes teorias da verdade, bem como fornecer sugestões pedagógica para o tratamento da temática no contexto da sala de aula. Embora seja um tópico abordado mais diretamente no Módulo IV (O Conhecimento e a Racionalidade Científica e Tecnológica), é transversal às aprendizagens essenciais do 10.º e do 11.º ano, contribuindo para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, C, D, F, I, do Perfil dos alunos.

Objetivos

1. Compreender o problema da natureza da verdade 2. Analisar as principais teorias da verdade: correspondência, semântica, coerência, pragmatista, deflacionária, pluralista e fenomenológica 3. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do uso das teorias da verdade em sala de aula 4. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos

Conteúdos

1. A Verdade como Problema 1.1. A verdade em apuros 1.2. O problema da verdade 1.3. Caracterizações prévias 2. Teorias da Verdade 2.1. Teoria da Correspondência 2.2. Teoria Semântica 2.3. Teoria da Coerência 2.4. Teoria Pragmatista 2.5. Teoria Deflacionária 2.6. Teoria Pluralista 2.7. Teoria Fenomenológica 3. A Verdade como um Bem 3.1. Ameaça perspetivista 3.2. Ameaça relativista 3.3. Verdade como Bem e telos da pesquisa racional

Metodologias

- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.

Avaliação

- A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. • Assiduidade e participação nas sessões - 20% • Realização de tarefas – 30% • Reflexão fundamentada – 50% • Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. • Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC – 3/2007 – Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores – Insuficiente; - 5 a 6,4 valores – Regular; - 6,5 a 7,9 valores – Bom; - 8 a 8,9 valores – Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.

Bibliografia

Campbell, R. – The Conception of Truth. New York: Palgrave-Macmillan, 2011.Kirkham, R. – Theories of Truth: A Critical Introduction. Cambridge: MIT, 2001.Künne, W. – Conceptions of Truth. Oxford: OUP, 2003.Lynch, M. – The Nature of Truth: Classical and Contemporary Perspectives. Cambridge: MIT, 2001.Wrenn, C. – Truth. Malden: Polity, 2014.


Cronograma

Sessão Data Horário Duração Tipo de sessão
1 07-11-2026 (Sábado) 09:00 - 13:30 4:30 Online síncrona
2 14-11-2026 (Sábado) 09:00 - 13:30 4:30 Online síncrona
3 18-11-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Online assíncrona
4 21-11-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona
5 25-11-2026 (Quarta-feira) 18:00 - 22:00 4:00 Online assíncrona
6 28-11-2026 (Sábado) 09:00 - 13:00 4:00 Online síncrona

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