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Foi aprovada a candidatura PESSOAS-FSE+-01968800 do CFAE Beira Mar, no âmbito do Aviso PESSOAS-2024-20 "Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação e profissionais do sistema de educação e formação", no valor de € 204 654,28, cuja Ficha de Operação é a seguinte:
Beneficiário: ESCOLA SECUNDÁRIA DR. JOAQUIM DE CARVALHO, FIGUEIRA DA FOZ
Morada: RUA DRA. CRISTINA TORRES
Código postal: 3080 - 210 FIGUEIRA DA FOZ
Código da operação: PESSOAS-FSE+-01968800
Programa: Programa Temático Demografia, Qualificações e Inclusão (PESSOAS2030)
Fundo: Prioridade Fundo Social Europeu Mais (FSE+)
Prioridade: Mais e melhor (re)qualificação de adultos para crescer - Pessoas
Objetivo específico: Aprendizagem ao longo da vida e transições profissionais
Tipologia de ação: Qualidade do sistema de educação e formação (ESO4.7)
Tipologia de intervenção: Qualidade do sistema de educação e formação (ESO4.7)
Tipologia de operação: Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação profissionais do sistema
Aviso: PESSOAS-2024-20 - Formação contínua de docentes, formadores e outros agentes de educação e profissionais do sistema de educação e formação
Data da submissão da candidatura: 02-12-2024
Data da decisão da AG/OI: 19-05-2025
Avalie as suas competências digitais com a Academia Portugal Digital
A Academia Portugal Digital disponibiliza uma ferramenta de autoavaliação que permite aos docentes conhecer e refletir sobre o seu nível de competências digitais baseado no DigComp, o quadro europeu de referência. O teste abrange cinco áreas de competência, com 20 perguntas por área, e demora apenas cerca de 5 minutos a completar. Esta autoavaliação permite identificar o seu nível atual de proficiência digital e apoiar o seu desenvolvimento profissional, contribuindo para uma integração mais eficaz do digital nas práticas pedagógicas. Participe e descubra o seu nível de competências digitais em: Academia Portugal Digital.
Após realizar a autoavaliação, convidamos todos os docentes a partilhar o seu nível global de competências digitais com o CFAECIVOB. Esta informação é fundamental para apoiar o diagnóstico das necessidades formativas e planear ações de formação mais ajustadas. Registe os seus resultados através do formulário disponível aqui.
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AEDD 2025/26
O Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica do Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar aprovou, a 25 de setembro de 2025, o documento "Procedimentos e prazos do processo de Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD)", relativo ao Ano letivo 2025/26.
Assim,
1.
a. O docente que, no ano letivo 2025/26, se encontra em período probatório ou integrado no 2.º e 4.º escalão da carreira docente no último ano escolar do fim do ciclo de avaliação, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;
b. O docente que, para atribuição da menção de Excelente no ano letivo 2026/27, em qualquer escalão, o deseja, solicita Avaliação Externa do Desempenho Docente (AEDD) em cfaebeiramar.pt até ao dia 31.12.2025;
2. O Diretor da Unidade Orgânica do docente que solicitou AEDD valida (ou não) o respetivo Requerimento até ao dia 16.01.2026;
3. O CFAE Beira Mar disponibiliza a informação sobre os respetivos Avaliador/Avaliado até ao dia 28.01.2026;
4. O CFAE Beira Mar ministra uma AFCD para Avaliadores/Avaliados - separadamente -, online, no dia 29.01.2026;
5. O Avaliador submete em cfaebeiramar.pt a calendarização acordada com o Avaliado das aulas a observar até ao dia 06.02.2026;
6. O período de observação de aulas é de 08.02.2026 a 20.03.2026, exceto em casos devidamente justificados ao CFAE Beira Mar;
7. O docente em AEDD envia o roteiro até 2 (dois) dias antes da observação de cada aula;
8. Até dez dias após a última aula observada, o docente em AEDD submete em cfaebeiramar.pt o relatório de auto-avaliação[1] (no que diz respeito às aulas observadas);
9. O Avaliador externo tem de submeter em cfaebeiramar.pt a sua avaliação, com todos os documentos relacionados com a observação de aulas / avaliação externa (instrumentos de registo e anexo II) até 25 (vinte e cinco) dias após a última aula observada;
10. O Avaliador Interno efetua o pedido de convocatória para reunião entre Avaliadores externo e interno, que o Diretor da Unidade Orgânica do docente avaliado valida em cfaebeiramar.pt;
11. Os avaliadores externo e interno articulam o resultado final da avaliação da dimensão científica e pedagógica (desta reunião é elaborada ata) - esta etapa (reunião) deverá decorrer, para todos os docentes em processo de AEDD, até ao dia 03 de julho de 2026;
12. O diretor da Unidade Orgânica a que pertence o docente em AEDD valida o processo em cfaebeiramar.pt.
[1] Este relatório de autoavaliação do avaliado deve ser sucinto e incidir unicamente sobre a parte que se refere às aulas observadas, sendo que posteriormente deve ser inserido no relatório do ciclo avaliativo.
Plataforma CFAE Beira Mar - AJUDA
1. Registar na Plataforma CFAE Beira Mar
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
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Sugestões:- no nome de utilizador, coloque o que tem no seu e-mail pessoal à esquerda da @
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- Clique em “Guardar”
- Realize o passo 3 (mais abaixo) desta lista para preencher dados que pode ter deixado em falta
2. Entrar na Plataforma CFAE Beira Mar
- Para poder entrar, tem que ter realizado uma vez o passo anterior
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3. Verificar e corrigir os seus dados
- No canto superior direito, clique em cima do seu nome e depois em “Editar”
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4. Inscrever numa ação
- Realize o passo 2 (acima) desta lista
- Clique no menu “Oferta Formativa”
- Procure a ação e clique nela para saber mais detalhes
- Para se inscrever clique no botão “Inscrever-me”
5. Entregar documentação
- Realize o passo 2 (acima) desta lista
- Clique no menu “Formando”
- Clique na Ação
- Clique no separador “Documentos”
- Verifique a lista de documentos solicitados
- Descarregue um documento
- Assine-o digitalmente com o seu Cartão de Cidadão (veja como neste vídeo).
- Submeta o documento na plataforma
- Volte ao passo 4 para os restantes documentos
- Até que encontre os documentos todos validados pelo CFAE Beira Mar, deve realizar regularmente os passos indicados
- evite o papel assinando os documentos digitalmente.
- esteja atento(a) ao seu e-mail, pois receberá uma mensagem de aviso se ocorrer alguma invalidação de documento.
6. Descarregar Certificado de uma Ação
- Aceda à plataforma do CFAE Beira Mar em cfaebeiramar.pt
- Clique em “Iniciar Sessão” e entrar com as suas credenciais
- Clique no menu “Histórico”
- Procure e clique em cima da ação
- Consulte a informação e clique em “Transferir” para descarregar o seu certificado
7. Como assinar com o Cartão de Cidadão
- Autenticidade: Garantia da identidade de quem o assinou. As assinaturas digitais são muito mais robustas do que as manuais.
- Integridade: Garantia de que o documento se encontra tal e qual como no momento em que foi assinado.
- Não repúdio: Garantia de que, depois de assinado, o signatário não pode negar que o assinou.
O que precisa para assinar documentos com o Cartão de Cidadão:
- Códigos do Cartão de Cidadão: Uma carta que recebe na sua morada, quando muda de CC e que precisa para o levantar. Esta carta tem, entre outros, o PIN de morada, o PIN de autenticação e o PIN de Assinatura Digital do Cartão de Cidadão. Se perdeu esta folha, por questões de segurança, deve solicitar uma nova (tem um custo de 5€) num dos balcões das várias entidades da Administração Pública e guarda-la num local seguro.
- Assinatura Digital ativa: Usualmente os Cartões de Cidadão não têm a assinatura digital ativada. A ativação da assinatura digital pode ser solicitada num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
- Leitor de Cartões de Cidadão: Este é um dispositivo que se liga por USB a um computador e que pode ser adquidido numa grande superfície ou numa loja de informática (custo aprox. entre 8€ e 15€).
- Sem leitor de Cartões de Cidadão -> Ativar Chave Movel Digital: Se não tem leitor de Cartões de Cidadão ou prefere usar um Smartphone para assinar, deve ter os cuidados de segurança enerentes a este processo (PIN seguro ou autenticação biométrica ativada no smartphone), e solicitar a ativação da Chave Móvel Digital num dos balcões das várias entidades da Administração Pública.
Assinar um documento com leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
- Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
- Ligar o leitor de Cartões de Cidadão a uma das portas USB do computador;
- Abrir a aplicação Autenticação.gov;
- Inserir o Cartão de Cidadão no leitor de cartões;
- Escolher a opção Assinatura;
- Adicionar os documentos (PDF);
- Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
- Escolher a opção Assinar com Cartão de Cidadão;
- Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
- Inserir o PIN da assinatura.
Assinar um documento sem leitor de Cartões de Cidadão: (Vídeo explicativo aqui)
- Descarregar e instalar a aplicação Autenticação.gov no computador;
- Abrir a aplicação Autenticação.gov;
- Escolher a opção Assinatura;
- Adicionar os documentos (PDF);
- Usar o rato para posicionar a assinatura no local pretendido;
- Escolher a opção Assinar com Chave Móvel Digital;
- Será solicitado o local no computador onde pretende guardar a versão do documento assinada digitalmente (nome a terminará em "_signed").
- Inserir o número de telemóvel, o PIN da assinatura da Chave Móvel Digital e clicar em Confirmar.
Plano de formação

O Plano de Formação que o CFAE Beira Mar construiu, conjuntamente com as Unidades Orgânicas associadas, correspondendo às respetivas necessidades formativas, encontra-se alinhado com os objetivos e com as medidas de política educativa na área da (re)qualificação dos docentes da educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário e outros agentes profissionais do sistema de educação e formação.
O Plano de Formação, que suporta esta candidatura, pretende dar resposta às necessidades de formação dos Agrupamentos/Escolas Associados/as do CFAE Beira Mar que se enquadram nas medidas de política educativa previstas nesta matéria.
O CFAE Beira Mar espera atingir com a operação um universo de 935 formandos, distribuídos por 55 Cursos/Oficinas/AFCDs (87 ações) e uma taxa de conclusão mínima de 80%, no período de Set/2024 a Jul/2026.
O Anúncio de pré-informação e seleção de formador externo pode ser consultado aqui.
TeachXevidence
O CFAE Beira Mar é parceiro no Consórcio, liderado pela Universidade de Barcelona, subordinado ao tema "TeachXevidence - Preventing gender-based violence in schools based on scientific evidence with social impact" (CERV-2022-DAPHNE 101096234)
https://www.instagram.com/teachxevidence/
https://twitter.com/teachxevidence

DIVULGAÇÃO
Aprendizagem de Inglês e Comunicação em Contexto Escolar
Esta Ação destina-se unicamente ao Pessoal não docente do Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede
ACD
3.0 horas
Presencial
Pessoal não docente;
Esta ação de curta duração surge no seguimento do Projeto Erasmus+ em desenvolvimento no Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, constituindo uma atividade de disseminação das aprendizagens realizadas durante uma mobilidade internacional, no âmbito de um curso de aprendizagem de Inglês. A crescente ...
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Ref. 4491 Inscrições abertas até 20-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-442526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 3.0 horas
Início: 21-07-2026
Fim: 21-07-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede (Escola-Sede)
Formador
Celeste Maria de Oliveira Costa Correia Simões
Destinatários
Pessoal não docente;
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar
Enquadramento
Esta ação de curta duração surge no seguimento do Projeto Erasmus+ em desenvolvimento no Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, constituindo uma atividade de disseminação das aprendizagens realizadas durante uma mobilidade internacional, no âmbito de um curso de aprendizagem de Inglês. A crescente internacionalização das escolas, a participação em projetos europeus e o contacto frequente com alunos/as, docentes, encarregados/as de educação e entidades estrangeiras tornam cada vez mais relevante o desenvolvimento de competências linguísticas e comunicacionais por parte do pessoal não docente. Paralelamente, a escola recebe atualmente um número crescente de alunos/as e famílias de diferentes nacionalidades e contextos culturais, o que reforça a necessidade de promover práticas de comunicação mais inclusivas, acessíveis e facilitadoras da integração. Neste contexto, assistentes técnicos/as e restantes profissionais não docentes assumem um papel fundamental no acolhimento, atendimento e acompanhamento diário da comunidade educativa, sendo frequentemente os primeiros elementos de contacto com alunos/as, famílias e visitantes estrangeiros/as. A utilização do Inglês como língua de comunicação constitui, assim, uma ferramenta essencial para promover interações mais eficazes, contribuir para um ambiente escolar acolhedor e reforçar a dimensão multicultural e inclusiva da escola. A participação nesta mobilidade Erasmus+ permitiu às formandas contactar com metodologias práticas de aprendizagem de línguas, estratégias de comunicação funcional e recursos digitais facilitadores da aquisição de competências linguísticas em contexto profissional. A presente ação pretende partilhar essas aprendizagens com a comunidade educativa, incentivando uma atitude de abertura à aprendizagem ao longo da vida, ao desenvolvimento pessoal e profissional e à valorização do papel do pessoal não docente no funcionamento e na internacionalização da escola. Pretende-se igualmente promover momentos de reflexão conjunta, partilha de experiências e construção colaborativa de estratégias úteis para o contexto escolar, reforçando a importância do trabalho em equipa, da comunicação eficaz e da valorização da diversidade cultural no ambiente educativo.
Objetivos
Desenvolver competências básicas de comunicação em língua inglesa aplicadas ao contexto escolar. Contactar com estratégias práticas de aprendizagem de línguas estrangeiras. Promover a confiança na utilização do Inglês em situações do quotidiano profissional. Partilhar aprendizagens e experiências adquiridas no âmbito da mobilidade Erasmus+. Sensibilizar para a importância da internacionalização e da dimensão europeia da escola. Promover práticas de comunicação inclusivas em contextos multiculturais no espaço escolar. Promover a utilização de ferramentas e recursos digitais de apoio à aprendizagem linguística. Incentivar a aprendizagem ao longo da vida e o desenvolvimento profissional do pessoal não docente. Promover a partilha de atividades e estratégias, a fim de criar hábitos de reflexão conjunta, tendentes a enriquecer as práticas pedagógicas individuais no âmbito em causa.
Conteúdos
Inglês no Quotidiano Escolar e Comunicação Intercultural Vocabulário e expressões úteis em contexto escolar; atendimento e comunicação básica; situações práticas de interação com alunos/as, famílias e visitantes estrangeiros/as; comunicação contextos multiculturais e inclusivos.
Anexo(s)
Observações
Esta Ação destina-se unicamente ao Pessoal não docente do Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
Educação em Transformação: Inclusão, Inteligência Artificial e Inovação Pedagógica
Esta AFCD destina-se apenas aos Professores do AE Marquês de Marialva, Cantanhede
ACD
6.0 horas
Presencial
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Esta ação de curta duração surge no seguimento do Projeto Erasmus+ a decorrer no Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede, sendo um evento disseminador das aprendizagens realizadas durante as mobilidades e da sua implementação posterior a nível de escola.
O projeto visa melhorar as práticas ...
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Ref. 4501 Inscrições abertas até 20-07-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CFAEBM-452526
Modalidade: Ação curta duração
Duração: 6.0 horas
Início: 21-07-2026
Fim: 21-07-2026
Regime: Presencial
Local: Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede (Escola-Sede)
Formador
Celeste Maria de Oliveira Costa Correia Simões
Destinatários
Educadores de Infância, Professores do Ensino Básico, Secundário e Educação Especial
Releva
Despacho n.º 5741/.2015 - Enquadra-se na possibilidade de ser reconhecida e certificada como ação deformação de curta duração a que se refere a alínea d) do n.º 1 do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 22/2014.
Certificado pelo
CDCP - Conselho de Diretores da Comissão Pedagógica
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar
Enquadramento
Esta ação de curta duração surge no seguimento do Projeto Erasmus+ a decorrer no Agrupamento de Escolas Marquês de Marialva, Cantanhede, sendo um evento disseminador das aprendizagens realizadas durante as mobilidades e da sua implementação posterior a nível de escola. O projeto visa melhorar as práticas pedagógicas e a competência dos/as docentes, que se pretendem conscientes do seu papel de educadores/as, abertos/as à atualização dos saberes e à inovação pedagógica, críticos/as e ativos/as, recetivos/as ao diálogo e à construção de projetos colaborativos e convictos/as de que o ato de ensinar é importante, significativo e não se esgota na transmissão de conhecimentos. São fundamentais neste processo os momentos conjuntos de reflexão, diálogo e trabalho colaborativo, facilitadores da mudança de paradigma da educação e promotores do desenvolvimento profissional dos/as docentes. O enfoque nas práticas reflexivas a que esta abordagem obriga tem, necessariamente, implicações positivas nas práticas letivas, pelo que constitui um elemento facilitador na implementação de novas abordagens metodológicas. O/A aluno/a passa a assumir um papel de coprotagonista no processo de ensino/aprendizagem, passando de agente passivo a empreendedor, esperando-se melhorias significativas ao nível da responsabilidade, criatividade, sociabilidade e comunicação, tendo como objetivo último a redução do insucesso escolar e a melhoria das literacias de leitura, escrita, digital e tecnológica. Assume-se, por conseguinte, a centralidade da escola, dos seus alunos/as e professores/as, através da gestão do currículo de forma flexível e contextualizada, indo ao encontro do projeto de autonomia e flexibilização curricular. Esta ação pretende, pois, demonstrar as melhorias alcançadas com os cursos frequentados e as atividades de Job Shadowing no estrangeiro.
Objetivos
Contactar com novas metodologias para o ensino. Adquirir competências no âmbito das tecnologias digitais. Inovar práticas de ensino. Promover a melhoria da qualidade do ensino e das aprendizagens, através da atualização e do aprofundamento de conhecimentos, nas vertentes teórica e prática. Fomentar nos/as docentes uma tomada de consciência da importância da inovação das metodologias para o processo de ensino/aprendizagem. Desenvolver estratégias de análise das atividades de ensino e de aprendizagem que contemplem a diversidade dos/as aprendentes. Promover a partilha de atividades e estratégias, a fim de criar hábitos de reflexão conjunta, tendentes a enriquecer as práticas pedagógicas individuais no âmbito em causa
Conteúdos
1. Montessori & STEAM: Inspirar a Prática no IV Circolo Ambientes Montessori no Pré-escolar e 1.º Ciclo. STEAM na Educação Básica. Inclusão e Diferenciação Pedagógica 2. Inclusão Digital e Inovação Pedagógica: Experiência de Job Shadowing em Parma Inclusão digital e acessibilidade. Metodologias ativas e participação. Comunicação aumentativa e ferramentas digitais. Robótica educativa e pensamento computacional. Interculturalidade e educação europeia. 3. Ensino Inclusivo com Inteligência Artificial Educação inclusiva: princípios-chave. Papel da IA no ensino. Estratégias práticas para sala de aula. Ferramentas práticas (ex.: Goblin.tools, Storybook). Diferenciação pedagógica com IA. Engenharia de prompts (noções básicas). Ética, privacidade e uso responsável. 4. Inclusão e Cidadania: Job Shadowing em Málaga Metodologias ativas: rádio curricular, projetos de cidadania e gestão participativa de espaços escolares. Estratégias de inclusão, valorização cultural e respostas educativas para alunos com necessidades específicas. 5. Inteligência Artificial na Educação: Ferramentas e Práticas para a Sala de Aula Ferramentas digitais para apoiar o ensino e a aprendizagem. Prompts eficazes. Boas práticas e utilização responsável da IA. 6. Pedagogias Eficazes para a Aprendizagem no Século XXI Dinâmicas de integração. As competências para o século XXI. Avaliação e feedback.
Anexo(s)
Observações
Esta AFCD destina-se apenas aos Professores do AE Marquês de Marialva, Cantanhede
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 21-07-2026 (Terça-feira) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Presencial |
| 2 | 21-07-2026 (Terça-feira) | 14:00 - 17:00 | 3:00 | Presencial |
INSCREVER-ME
ÉTICA EM AÇÃO II: questões nas margens do humano
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520
O Perfil dos Alunos pretende que estes mobilizem valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se ...
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Ref. 3523 Inscrições abertas até 06-10-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131418/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 09-10-2026
Fim: 31-10-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 330, 410, 420, 430, 520.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
O Perfil dos Alunos pretende que estes mobilizem valores e competências que lhes permitam (...) tomar decisões livres e fundamentadas sobre questões éticas e dispor de uma capacidade de participação cívica, ativa, consciente e responsável. O debate de questões de ética prática, nomeadamente as que se colocam nas fronteiras do humano, convocando este a repensar-se a si próprio e ao mundo, constitui-se como uma oportunidade para este desiderato. Estas questões estão presentes não só nos módulos finais do 10º e 11º anos de Filosofia, mas também em disciplinas como Inglês (Questões de Bioética), Biologia e Geologia (Biodiversidade), Geografia A (Recursos Naturais), Economia e Português, podendo ser a ponte para DACs ou Projetos de Cidadania e Desenvolvimento. A formação justifica-se assim pela necessidade de dotar os professores de competências que lhes permitam debater questões de ética prática de forma profícua com os seus alunos.
Objetivos
O principal objetivo é proporcionar aos formandos a oportunidade de atualizarem, desenvolverem e articularem entre si os seus conhecimentos e competências no âmbito do debate de um conjunto, de questões de ética prática de modo a construírem e partilharem recursos didáticos diversificados, mutuamente complementares, com vista a uma maior interdisciplinaridade e a uma renovação qualitativa das suas práticas pedagógicas. A ação será estruturada de forma que os formandos venham a ser capazes de: Adquirir competências no âmbito dos instrumentos fundamentais necessários para o debate de questões de ética prática; Aprofundar os seus conhecimentos sobre os argumentos fundamentais a partir dos quais se desenvolve o debate contemporâneo sobre as questões abordadas, Conhecer bibliografia relevante sobre as questões de ética prática abordadas; Delimitar e formular de forma rigorosa questões de ética prática; Fundamentar a relevância das questões abordadas, (os restantes objetivos seguem em documento anexo)
Conteúdos
0. KIT DE ÉTICA PRÁTICA Pilares da Ética: O ponto de vista do universo O princípio da imparcialidade A supremacia ética Debater questões de ética prática Asserções e argumentos Avaliação de argumentos e teorias Testar premissas éticas e não éticas Argumentos e experiências mentais 1. ANIMAIS NÃO-HUMANOS: 1.1. O Problema do Estatuto Ético dos Animais Não-Humanos Estatuto Ético e Propriedades Eticamente Relevantes Estatuto Ético e Consideração Ética 1.2. As Fronteiras da Esfera da Consideração Ética Qual a propriedade que faz com que um ser seja digno de consideração ética? Quais são as entidades que devem ser incluídas na esfera de consideração ética? Quais são as condições necessárias e suficientes para que um ser seja digno de consideração ética? 1.2.1. A Mundividência Antropocêntrica: A conceção Bíblica Descartes e o animal-máquina Kant e o animal como meio para um fim Carl Cohen: consideração sem direitos 1.2.2. Utilitarismo e os Animais Não-Humanos (Peter Singer): O princípio da igualdade na consideração dos interesses A senciência como critério de consideração ética Maximização do bem e expansão da consideração ética Críticas e objeções ao utilitarismo 1.2.3. Direitos dos Animais como Direitos Naturais (Tom Regan) Sujeitos-de-uma-vida e consideração ética Valor inerente e igualdade ética O princípio do respeito e direitos morais Princípios de hierarquização Críticas a objeções ao abolicionismo de Regan 1.2.4. Contratualismo e Direitos dos Animais Contratualismo e estatuto moral Duas formas de contratualismo: hobbesiano e kantiano Posição original e direitos dos animais Críticas e Objeções ao Contratualismo (os restantes conteúdos seguem em documento anexo)
Metodologias
As sessões serão de cariz teórico-prático e serão dinamizadas através da tematização dialógica de cada um dos conteúdos, sempre contextualizados a partir de casos práticos que constituirão a base para o debate e análise crítica de teses e argumentos. As metodologias privilegiadas serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo, o trabalho de pesquisa e a leitura ativa, sempre que necessário acompanhadas de apresentações e recursos multimédia. Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. Assim, os formandos poderão adquirir as competências essenciais à conceção, elaboração, acompanhamento e avaliação de ensaios, integrando-os como dispositivos didático-pedagógicos, de caráter hermenêutico e heurístico, na sua prática letiva. A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e, essencialmente, no trabalho assíncrono/autónomo irá incidir na leitura de partes da bibliografia de referência, na resolução de pequenos desafios e na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: Um projeto filosófico-didático. Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
BARTNECK, Christoph, CHRISTOPH, Ludge, WAGNER, Alan, WELSH, Sean (2021), An Introduction to Ethic in Robotics and AI, Springer, Cham.Galvão, Pedro, org. (2005), Os Animais. têm Direitos? Perspetivas e Argumentos, Lisboa, Dinalivro.JAMIESON, Dale (2010), Ethics and the Environment. An Introduction, Cambridge University Press, Cambridge.Singer, Peter (2000), Ética Prática, Lisboa, Gradiva.Vaughn, Lewis (2016), Doing Ethics. Moral Reasoning and Contemporary Issues, W. W. Norton and Company, New York-London.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 16-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 4 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 5 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 6 | 23-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 9 | 30-10-2026 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Ensinar a pensar criticamente na disciplina de Filosofia num mundo digital
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
35.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens ...
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Ref. 3932 Inscrições abertas até 06-10-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135998/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 35.0 horas
Início: 10-10-2026
Fim: 14-11-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Isabel Maria Rodrigues Bernardo
Teresa Maria Morais
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
Tendo em conta que o currículo deve ser gerido à luz do Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória, a disciplina de Filosofia pode ter um papel central nas aprendizagens dos alunos dos cursos científico-humanísticos. Por um lado, as competências didático-metodológicas definidas nas Aprendizagens Essenciais (problematizar, conceptualizar e argumentar) permitem o cruzamento intencional e explícito com capacidades e disposições de pensamento crítico (PC). Dado o caráter aplicável dos conceitos e teorias da Filosofia ao conhecimento produzido em outras disciplinas e a uma reflexão sobre o quotidiano, o desenvolvimento de capacidades e disposições de PC pode ser consolidados no cruzamento entre saberes, facilitando a sua transferência para outras situações da vida e da aprendizagem do aluno. Por outro lado, a filosofia pode dar aos alunos instrumentos conceituais que lhes permitam, não apenas aprender com recursos a tecnologias digitais, agora potencializadas com Inteligência Artificial (IA), mas pensar sobre a sua aprendizagem e a utilização desses recursos e, por extensão, a utilização de recursos digitais no mundo e o seu impacto social, político e ético.
Objetivos
1. Refletir, a partir da análise das Aprendizagens Essenciais de Filosofia do 10.º 11.º anos e do seu cruzamento com o Perfil dos alunos, sobre as capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação e o seu cruzamento com capacidades e disposições de PC. 2. Discutir sobre a possibilidade de hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia através da utilização de recursos digitais, nomeadamente os potenciados com Inteligência Artificial (IA). 3. Conceber, a partir do conhecimento específico da filosofia e com base em metodologias ativas (aprendizagem com base em problemas, controvérsia construtiva, organizadores gráficos, simulação, KWL ) e recursos digitais, sequências de ensino e aprendizagem para o desenvolvimento das capacidades e atitudes integrantes das competências de problematização, concetualização e de argumentação, com integração de capacidades e disposições de PC
Conteúdos
A) Enquadramento (4h síncronas) 1. O que significa, na Didática da Filosofia, problematizar, concetualizar e argumentar? 2. Como integrar, a partir do Perfil dos alunos, capacidades e disposições de pensamento crítico? 3. O que significa a hibridização do ensino e aprendizagem da Filosofia num contexto de entrada da IA na educação? B) Experimentação (4h + 4h + 4h síncronas) Atividades de problematização suportadas em recursos digitais. Da questão ao problema. Do conceito ao problema. Da realidade empírica ao questionamento filosófico. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de problematização com integração de PC. Atividades de conceptualização, com organizadores gráficos suportados em recursos digitais. Definição de conceitos, mapas concetuais e mapas mentais. Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de concetualização com integração de capacidades de PC. Atividades de argumentação suportadas em recursos digitais Técnicas e modelos de argumentação. Mapas de argumentos Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem para atividades de argumentação com integração de capacidades de PC. C) Criação (3 horas síncronas + 13 horas assíncronas) Elaboração de sequências de ensino e aprendizagem com integração de competências filosóficas e PC, assentes em metodologias ativas e recursos digitais e que permitam a reflexão sobre o uso educativo, social e político desses recursos. D) Discussão (3h síncronas) Apresentação e discussão des sequências de ensino e aprendizagem elaboradas pelos formandos.
Metodologias
Sessões online síncronas (4h+4h+4h+4h+3h+3h) As sessões terão um carácter teórico, teórico-prático e prático-reflexivo. Com base no princípio do isomorfismo, o roteiro de cada sessão será planificado de acordo com os mesmos princípios que os das planificações de ensino e aprendizagem que serão elaboradas pelos formandos em trabalho autónomo. Assim, os formandos serão colocados em ação, tal como irão colocar os alunos, tendo em conta as orientações da aprendizagem em contexto e do aprender, fazendo. Os formandos terão ainda uma sessão para ser realizado o acompanhamento síncrono das planificações, antes da sua apresentação e discussão. Mantendo-se o isomorfismo referido, aos formandos será dada feedback, dos formadores e dos pares, que permita a reformulação das planificações, até à sua versão final, a qual será avaliada qualitativa e quantitativamente. Trabalho autónomo/assíncrono (13h) Nas sessões assíncronas, os formandos elaboram uma planificação que integre todos os elementos da formação. Elaborarão, também, um portfólio individual de aprendizagem no qual colocarão uma reflexão individual.
Avaliação
Conforme indicado abaixo, a avaliação comportará três critérios: a) pontualidade e participação nas sessões; trabalho desenvolvido nas sessões; b) trabalhos práticos realizados nas sessões síncronas e assíncronas; c) elaboração de um portfólio individual. Pontualidade e participação nas sessões - 10% Trabalho desenvolvido nas sessões 60% Portfólio de aprendizagem 30% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas síncronas. Obtenção de classificação mínima de Bom, de acordo com a escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Bernardo, I., Vieira, R. M., & Sá, A. F. (2021). Avaliação para as aprendizagens com tecnologias digitais na aula de Filosofia com integração do pensamento crítico. In. A. Versuti, G. Scareli, G., & L. Pedro (Orgs.). A educação pós-pandemia: Desafios pedagógicos e tecnológicos, pp. 125-154. Ria Editorial.Bernardo, I. (2024). Aprender a filosofar no ensino secundário: Orientações curriculares e didáticas para integração do pensamento crítico. Universidade de Aveiro. https://ria.ua.pt/handle/10773/41550Fernandes, D. (2019b). Para um enquadramento teórico da avaliação formativa e da avaliação sumativa das aprendizagens escolares. In M.I. R. Ortigão, D. Fernandes, T. V. Pereira, & L. Santos (Orgs.). Avaliar para aprender em Portugal e no Brasil: Perspectivas teóricas, práticas e de desenvolvimento (pp.139-164). CRVMorais, T., Dominguez, C., Lopes, J. P., & Silva, M. H. (2015). O ensino de competências argumentativas em filosofia através do método de controvérsia construtiva. In C. Dominguez (Coord.). Pensamento crítico na educação: desafios atuais: Critical thinking in education: actual challenges, pp. 279-286. Vila Real: UTAD. https://tinyurl.com/y969cwuu
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Online assíncrona |
| 3 | 17-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 4 | 21-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:30 | 3:30 | Online assíncrona |
| 5 | 24-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 6 | 28-10-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 7 | 31-10-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 8 | 04-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 9 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:30 | 3:30 | Online síncrona |
| 10 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Sobre a Verdade: Teorias e Aplicações Pedagógicas
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Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A verdade sempre constituiu um conceito central ao pensamento filosófico, desempenhando, durante séculos, o papel de telos da pesquisa e o fundamento da sociedade. As transformações pelas quais o mundo ocidental tem transitado nas últimas décadas tem suscitado o questionamento acerca do interesse e ...
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Ref. 3513 Inscrições abertas até 03-11-2026 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-131417/24
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 07-11-2026
Fim: 28-11-2026
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Artur Emanuel Ilharco Galvão
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A verdade sempre constituiu um conceito central ao pensamento filosófico, desempenhando, durante séculos, o papel de telos da pesquisa e o fundamento da sociedade. As transformações pelas quais o mundo ocidental tem transitado nas últimas décadas tem suscitado o questionamento acerca do interesse e utilidade da verdade. Nesse sentido, tem-se levantado a hipótese de nos encontrarmos numa era da pós-verdade ou da verifobia, na qual as emoções, sentimentos e agendas políticas e sociais são valorizadas, ao passo que os factos e a realidade são ignorados ou minimizados. O objetivo desta formação não é o de analisar as causas e consequências da desvalorização da verdade, antes o de assumir que esse facto voltou a colocar o tema da verdade no centro da reflexão. Ora, para que esta última possa ocorrer, urge recentrar o debate no que é a verdade, pois qualquer manutenção ou superação do conceito implica necessariamente uma compreensão do mesmo. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla e introdutória às mais importantes teorias da verdade, bem como fornecer sugestões pedagógica para o tratamento da temática no contexto da sala de aula. Embora seja um tópico abordado mais diretamente no Módulo IV (O Conhecimento e a Racionalidade Científica e Tecnológica), é transversal às aprendizagens essenciais do 10.º e do 11.º ano, contribuindo para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, C, D, F, I, do Perfil dos alunos.
Objetivos
1. Compreender o problema da natureza da verdade 2. Analisar as principais teorias da verdade: correspondência, semântica, coerência, pragmatista, deflacionária, pluralista e fenomenológica 3. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do uso das teorias da verdade em sala de aula 4. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos
Conteúdos
1. A Verdade como Problema 1.1. A verdade em apuros 1.2. O problema da verdade 1.3. Caracterizações prévias 2. Teorias da Verdade 2.1. Teoria da Correspondência 2.2. Teoria Semântica 2.3. Teoria da Coerência 2.4. Teoria Pragmatista 2.5. Teoria Deflacionária 2.6. Teoria Pluralista 2.7. Teoria Fenomenológica 3. A Verdade como um Bem 3.1. Ameaça perspetivista 3.2. Ameaça relativista 3.3. Verdade como Bem e telos da pesquisa racional
Metodologias
- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.
Avaliação
- A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Reflexão fundamentada 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Campbell, R. The Conception of Truth. New York: Palgrave-Macmillan, 2011.Kirkham, R. Theories of Truth: A Critical Introduction. Cambridge: MIT, 2001.Künne, W. Conceptions of Truth. Oxford: OUP, 2003.Lynch, M. The Nature of Truth: Classical and Contemporary Perspectives. Cambridge: MIT, 2001.Wrenn, C. Truth. Malden: Polity, 2014.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 2 | 14-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 3 | 18-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 4 | 21-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 5 | 25-11-2026 (Quarta-feira) | 18:00 - 22:00 | 4:00 | Online assíncrona |
| 6 | 28-11-2026 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Arte diante dos olhos: visualização filosófica ativa como estratégia didática
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A definição filosófica de arte enfrenta um paradoxo: apesar da abundância de objetos artísticos no quotidiano, os conceitos centrais do debate (mimésis, forma significante, experiência estética, instituição artística, mundo da arte, etc.) mantêm um elevado grau de abstração, difícil de articular com a ...
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Ref. 3942 Inscrições abertas até 01-01-2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-135990/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 08-01-2027
Fim: 30-01-2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
A definição filosófica de arte enfrenta um paradoxo: apesar da abundância de objetos artísticos no quotidiano, os conceitos centrais do debate (mimésis, forma significante, experiência estética, instituição artística, mundo da arte, etc.) mantêm um elevado grau de abstração, difícil de articular com a experiência sensível dos alunos. A Visualização Filosófica Ativa, enquanto estratégia didático-filosófica, permite tornar visíveis e exploráveis os fundamentos conceptuais das teorias da arte, através de metodologias ativas com intencionalidade filosófica. Ao associar obras concretas a critérios teóricos, e promover julgamentos artísticos encenados ou mapas conceptuais dinâmicos, facilita uma apropriação crítica, comparativa e intelectualmente rigorosa desta problemática das Aprendizagens Essenciais de Filosofia.
Objetivos
A ação pretende capacitar os docentes para explorar a definição de arte com profundidade filosófica, através da Visualização Filosófica Ativa, tornando visíveis as estruturas conceptuais e argumentativas do debate estético. 1. Explorar a relevância filosófica e educativa da definição de arte. 2. Aplicar o conceito de Visualização Filosófica Ativa como estratégia didática. 3. Representar diferentes formulações do problema (Bell, Danto). 4. Analisar teorias essencialistas com exemplos e exercícios críticos. 5. Trabalhar o ceticismo de Weitz com jogos de classificação e analogias. 6. Explorar teorias não essencialistas com simulações e narrativas visuais. 7. Criar atividades com alternativas à definição clássica. 8. Estimular o julgamento crítico e estético dos alunos. 9. Usar obras e imagens como dispositivos filosóficos. 10. Integrar as atividades nas Aprendizagens Essenciais. 11. Fomentar a metacognição sobre o juízo filosófico na arte. 12. Desenvolver projetos interdisciplinares com recurso à IA generativa.
Conteúdos
0. KIT DE ÉTICA PRÁTICA 1. O Problema da Definição de Arte 1.2. Possíveis Estratégias de VFA 2. Formulações Clássicas e Contemporâneas 2.1. Clive Bell e a Forma Significante 2.2. Possíveis Estratégias de VFA 2.3. Arthur Danto e o Mundo da Arte 2.4. Possíveis Estratégias de VFA 3. Teorias Essencialistas da Arte 3.1. Representacionalismo (Platão e Aristóteles) 3.2. Possíveis Estratégias de VFA 3.3. Expressivismo (Tolstói e Collingwood) 3.4. Possíveis Estratégias de VFA 3.5. Formalismo (Clive Bell) 3.6. Possíveis Estratégias de VFA 4. Teorias Não Essencialistas 4.1. Indefinibilidade (Morris Weitz) 4.2. Possíveis Estratégias de VFA 4.3. Teoria Institucional (George Dickie) 4.4. Possíveis Estratégias de VFA 4.5. Teoria Histórica (Jerrold Levinson) 4.6. Possíveis Estratégias de VFA 5. Alternativas à Definição Tradicional 5.1. Narrativas Históricas 5.2. Possíveis Estratégias de VFA 5.3. Agregados de Características 5.4. Possíveis Estratégias de VFA
Metodologias
Online síncrono: 20h | Online assíncrono: 5h A ação será dinamizada em sessões síncronas na plataforma Zoom, explorando a metodologia da Visualização Filosófica Ativa como estratégia para tornar visíveis em esquemas, analogias visuais, encenações e simulações os conceitos e argumentos envolvidos na definição de arte. As sessões articularão momentos expositivos breves com atividades colaborativas, análise de obras ambíguas, jogos conceptuais, dramatizações e construção de mapas de semelhanças. Serão utilizadas ferramentas digitais partilhadas, salas simultâneas para debate em pequenos grupos e exercícios de reconstrução crítica de teorias. Haverá espaço para a partilha de experiências pedagógicas e a criação de recursos que promovam o juízo filosófico sobre a arte, em diálogo com práticas estéticas concretas. A ação culmina na elaboração de microprojetos de investigação filosófica com os alunos, podendo integrar o uso de Inteligência Artificial (como o ChatGPT). Pretende-se criar um ambiente de pensamento crítico e criativo, onde a filosofia se torne visível, experienciável e pedagogicamente significativa.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: ● Um projeto filosófico-didático. ● Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Carroll, N. (2001). Philosophy of art: A contemporary introduction. Routledge (Versão portuguesa: Carroll, N. (2002). Filosofia da arte: Uma introdução contemporânea. Edições 70.)Danto, A. (1981). The transfiguration of the commonplace: A philosophy of art. Harvard University Press.Xhignesse, M.-A. (2023). Aesthetics: 50 puzzles, paradoxes, and thought experiments. Routledge.Hand, M., & Winstanley, C. (Eds.). (2008). Philosophy in schools. Continuum.Worley, P. (2011). The if machine: Philosophical enquiry in the classroom. Continuum.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 08-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 09-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 19:00 - 21:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 4 | 15-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 16-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 22-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 7 | 23-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 8 | 27-01-2027 (Quarta-feira) | 19:00 - 21:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 9 | 29-01-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 30-01-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Desacordo em democracia
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Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
A centralidade que o tema do desacordo assumiu na filosofia política nas últimas décadas tem feito surgir posições diferentes quanto à possibilidade de resolver divergências democraticamente e ao tipo de ligação que deve existir entre participação cidadã e decisão política. Ao estabelecer como pano de ...
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Ref. 4561 Inscrições abertas até 03-01-2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140581/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 09-01-2027
Fim: 20-02-2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
João Manuel Antunes Almeida Gouveia
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A centralidade que o tema do desacordo assumiu na filosofia política nas últimas décadas tem feito surgir posições diferentes quanto à possibilidade de resolver divergências democraticamente e ao tipo de ligação que deve existir entre participação cidadã e decisão política. Ao estabelecer como pano de fundo uma realidade social tensa, marcada por uma elevada fragmentação ideológica e de participação política, este debate permitirá que questões políticas mais substanciais sejam lecionadas no ensino secundário (tanto na disciplina de filosofia como nas de ciência política e história) como problemas reais, não como meros exercícios intelectuais.
Objetivos
Esta ação pretende lembrar a centralidade que o desacordo tem conquistado na política democrática contemporânea. Com a análise de alguns contributos filosóficos para o esclarecimento dos problemas que lhe estão associados, procura-se, em especial: 1) Analisar criticamente o desacordo (implícito ou expresso) como pilar da própria vida política, especialmente em democracia. 2) Explorar novas configurações mais ou menos institucionais de expressar desacordos genuínos e substanciais sem bloquear decisões políticas. 3) Explorar formas de acolher o desacordo construtivo em ambiente escolar.
Conteúdos
1. Qual é a relevância da vida ativa nas sociedades ocidentais? Tópicos de orientação da discussão: 1.1. Esfera pública e esfera privada 1.2. A natureza agonal da polis 1.3. A necessidade de ação concertada 1.4. Ascensão do social e declínio do político 2. Que procedimentos nos podem aproximar de acordos racionais? Tópicos de orientação da discussão: 2.1. A razão comunicativa e a finalidade do entendimento mútuo 2.2. Participação política por via de trocas argumentativas 2.3. O princípio do discurso 2.4. Esfera pública e deliberações formais 2.5. Experiências deliberativas em microcosmo 2.5.1. O modelo irlandês de minipúblicos 2.5.2. Assembleias de cidadãos sobre reformas eleitorais (os casos da Holanda e de Ontário) 3. É o desacordo uma expressão humana incontornável? Tópicos de orientação da discussão: 3.1. Agonismo vs antagonismo 3.2. A tendência hegemónica do poder 3.3. Democracia radical 4. Como evitar a exclusão motivada pelo desacordo? Tópicos de orientação da discussão: 4.1. Polícia e política 4.2. O que não têm parte: exclusão e reivindicação 4.3. A negação tecnocrata da política
Metodologias
Durante seis sessões de três horas, usar-se-ão diferentes exercícios dialógicos para construir conhecimento em contexto cooperativo. A leitura e interpretação de textos será usada para estabelecer dinâmicas de aprendizagem coletiva que substituam a polarização baseada em visões antagónicas pelo desacordo crítico e construtivo. A procura coletiva por soluções provisórias para problemas persistentes realçará a transversalidade do tema do desacordo político (assim como a sua relevância em contexto escolar) e a necessidade de um compromisso com a diferença para aprofundar raciocínios filosóficos. Nas horas assíncronas, haverá lugar à construção coletiva de conhecimento em fóruns da plataforma moodle. Serão abertos separadores com questões ou excertos de textos que requeiram respostas dos formandos sobre o acolhimento do desacordo em contexto escolar. Os contributos serão abertos à participação de todos. O formador, como facilitador do diálogo, fornecerá feedback e moderará as interações.
Avaliação
Serão objeto de avaliação os seguintes elementos: - Participações nas discussões síncronas 20% - Participação nos fóruns de discussão (plataforma moodle) 40% - Uma proposta de abordagem de um módulo letivo com a finalidade de expressar desacordos construtivos, com os quais todos os alunos possam alcançar uma compreensão mais aprofundada sobre múltiplas visões do mesmo tema 40% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Arendt, Hannah. A Condição Humana. Lisboa: Relógio dÁgua, 2026.Habermas, Jürgen. Between Facts and Norms: Contributions to a Discourse Theory of Law and Democracy. Cambridge, MA: MIT Press, 1996.Mouffe, Chantal. O Regresso do Político. Lisboa: Gradiva, 1996.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 09-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 13-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 16-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 20-01-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 5 | 23-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 30-01-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 8 | 06-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 20-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Filosofia com Humor: Sobre a Virtude do Humor e o seu Uso em Sala de Aula
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
O humor e o riso são atributos universais do ser humano, estando, por conseguinte presentes em todas as sociedades e atividades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante, mas perigoso.
O riso é um vício por afastar o humano do caminho da ...
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Ref. 4002 Inscrições abertas até 31-01-2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136246/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 06-02-2027
Fim: 06-03-2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Artur Emanuel Ilharco Galvão
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
O humor e o riso são atributos universais do ser humano, estando, por conseguinte presentes em todas as sociedades e atividades. Contudo, durante muito tempo o humor não foi visto, nem pensado, como sendo filosoficamente importante, mas perigoso. O riso é um vício por afastar o humano do caminho da virtude pondo em causa o processo conducente ao conhecimento de si mesmo. O ser humano animaliza-se e decai no pior de si, podendo, em última instância, ver-se transformado num cínico absoluto. Alguém que ri de tudo e não assume a responsabilidade por nada, visto nada ser sério, importante ou sagrado. O histrionismo contemporâneo mostra a urgência de uma recuperação geral do humor e o ensino constitui um caso e um espaço onde esta recuperação se tornou mais urgente. Ele pode constituir um tónico para professores e alunos cansados, contribuindo para o equilíbrio mental, para o acréscimo de criatividade e comunicação e para lidar melhor com os processos de mudança. Esta formação visa apresentar uma reflexão sobre a natureza do humor e do seu lugar no processo ensino-aprendizagem. Destacando as suas vantagens e virtudes, bem como alertando para os seus perigos e vícios. A presente ação visa fornecer uma abordagem ampla do humor e da sua aplicabilidade no contexto da sala de aula, salientando a sua importância e pertinência atual, bem como apresentando alguns dos seus limites e perigos. Tratando-se de um tema transversal contribui para o desenvolvimento dos descritores dos domínios A, D, E, F, G, H e J, do Perfil dos alunos, podendo contribuir para a descoberta da complexidade e das subtilezas da vida e do pensamento, levando os alunos a desenvolverem capacidades de escuta, reflexão e pensamento criativo.
Objetivos
1. Compreender a natureza do humor e a sua aplicabilidade na sala de aula 2. Analisar as principais teorias do humor: superioridade, incongruência, alívio, jogo e disposicional 3. Refletir sobre o humor como virtude 4. Explorar as potencialidades e limitações pedagógicas do humor na sala de aula 5. Desenvolver abordagens pedagógicas e dispositivos didáticos sobre o tema e que possam vir a ser partilhados como recursos educativos abertos
Conteúdos
1. A (Des)Necessidade do Humor 1.1. O sentido trágico da existência 1.2. Homo Sapiens, Homo Ridens e Homo Risibilis 1.3. Filosofia e humor: Uma história do pouco e do mau 1.4. Riso, sorriso, diversão e humor 1.5. Humor como virtude: Um primeiro olhar 2. A Natureza do Humor 2.1. Teoria da superioridade 2.2. Teoria da incongruência 2.3. Teoria do alívio 2.4. Teoria do jogo 2.5. Teoria disposicional 3. Humor como Virtude 3.1. O humor como Sensus Communis 3.2. A sabedoria cómica 3.3. Humor e ética 4. Um Divertimento Sério 4.1. Há conflito entre humor e educação? 4.2. Um cenário complexo: escola, alunos, professores 4.3. Uma prática pedagógica: planificação, execução e avaliação 4.4. O pythonismo pragmático 4.5. Ilustrações e aplicações práticas 5. Humor e Auto-Transcedência 5.1. Rir de si mesmo 5.2. O riso redentor 5.3. Humor e a vida boa
Metodologias
- As sessões serão de cariz teórico-prático. Nesse sentido, serão desenvolvidas atividades de leitura, análise e avaliação de textos e de construção de planificações, de materiais didáticos e de instrumentos de análise. - Os métodos usados serão o diálogo vertical e horizontal, o trabalho de grupo e o trabalho de pesquisa. Serão usados recursos como apresentações e textos. - Os conteúdos teórico-práticos serão explorados e discutidos nas sessões síncronas, a realizar na plataforma Zoom. - A componente prática, a realizar nas sessões síncronas na plataforma Zoom e no trabalho assíncrono / autónomo consiste na conceção de planificação de atividades e de recursos de aula que serão apresentados e discutidos nas sessões síncronas. - As plataformas Moodle e Zoom constituem dois dos elementos nucleares para a partilha de informações (textos, vídeos), avaliações (tarefas e reflexão final) e para a formação em geral.
Avaliação
A avaliação consistirá num trabalho final que incluirá uma proposta completa de lecionação de um dos subtemas, a qual deve incluir os recursos a utilizar, acompanhados de uma adequada justificação didática e filosófica e que será discutido na última sessão síncrona. A avaliação terá ainda em conta a qualidade dos contributos de cada formando nos debates presenciais e na realização das tarefas das sessões assíncronas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Reflexão fundamentada 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
- Critchley, S. On Humour. London: Routledge, 2002.- Mordechai, G. Humor, Laughter and Human Flourishing: A Philosophical Exploration of the Laughing Animal. Hidelberg: Springr, 2014.- Morreall , J. (Ed.) The Phillosophy of Laughter and Humor. Albany: SUNY, 1987.- Morreall, J. Comic Relief: A Compreensive Philosophy of Humor. Malden: Wiley-Blackwell, 2009.- Morrison, M. K. Using Humor to Maximize Learning. Lanham: Rowan & Littlefield Education, 2008.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 06-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 2 | 10-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 17-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 4 | 20-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:30 | 4:30 | Online síncrona |
| 5 | 24-02-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 6 | 27-02-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
| 7 | 03-03-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 8 | 06-03-2027 (Sábado) | 09:00 - 13:00 | 4:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Política e violência
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores dos Grupos 400 e 410
A discussão da violência como possibilidade inerente à manutenção do Estado revelará uma dimensão inevitavelmente pressuposta no módulo de filosofia política intitulado ética, direito e política. A organização da sociedade pressupõe o estabelecimento de uma ordem jurídica legitimadora do uso da força, ...
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Ref. 4571 Inscrições abertas até 04-04-2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-140426/26
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 10-04-2027
Fim: 22-05-2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
João Manuel Antunes Almeida Gouveia
Destinatários
Professores dos Grupos 400 e 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 400 e 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores dos Grupos 400 e 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Enquadramento
A discussão da violência como possibilidade inerente à manutenção do Estado revelará uma dimensão inevitavelmente pressuposta no módulo de filosofia política intitulado ética, direito e política. A organização da sociedade pressupõe o estabelecimento de uma ordem jurídica legitimadora do uso da força, com objetivos de autopreservação que poderão dar lugar às decisões bélicas incluídas como problema do mundo contemporâneo nas aprendizagens essenciais de filosofia do 10º ano. A violência (efetiva e possível) perdura nas sociedades democráticas, não como resquício em vias de extinção, mas como fonte de questões incontornáveis para que um tratamento suficientemente informado das teorias da justiça e das teorias da guerra justa seja possível.
Objetivos
Ao lembrar a relevância, sempre atual, da violência como condição político-jurídica da ordem social nas sociedades ocidentais, esta ação pretende mostrar a insuficiência de análises técnicas específicas para compreender o significado de fenómenos violentos circunstanciais. Em especial, procura-se: 1) Analisar criticamente a relação política entre direito e violência. 2) Explorar novas possibilidades para sociedades democráticas que permitam a rejeição da violência como pilar metafísico. 3) Explorar novas formas de evitar a violência em contexto escolar.
Conteúdos
1. É a violência uma expressão incontornável de qualquer sociedade juridicamente ordenada? Tópicos orientadores das discussões: 1.1. A força como sustentação do direito 1.2. A guerra como possibilidade política real 1.3. A crítica de Carl Schmitt a uma política humanista 2. Está o mundo ocidental preso em ciclos eternos de violência? Tópicos orientadores das discussões: 2.1. A violência sobre a vida nua (Giorgio Agamben) 2.2. A violência de libertação da vida nua 2.3. Culpa eterna e ciclo de violência 2.4. A deposição do direito 3. Qual a influência da vida biológica nas decisões políticas? Tópicos orientadores das discussões: 3.1. A dimensão jurídica e extrajurídica da soberania 3.2. A exceção jurídico-política sempre presente da vida nua 3.3. Conceito alargado de campo de concentração: o alargamento das formas de exclusão jurídico-política 4. Quais são as diferenças na expressão da violência em regimes ditatoriais e democráticos? Tópicos orientadores das discussões: 4.1. Violência em ditadura (Arendt) 4.1.1. Inimigo objetivo e inocente objetivo 4.1.2. A possibilidade ilimitada 4.1.3. O mal radical e a impossibilidade de perdão 4.2. Violência em democracia 4.2.1. Falta de meios alternativos de operar na cena internacional 4.2.2. A imprevisibilidade no uso da violência 4.2.3. Violência, poder e racionalidade
Metodologias
Durante seis sessões de três horas, usar-se-ão diferentes exercícios dialógicos para construir conhecimento em contexto cooperativo. A leitura e interpretação de textos será usada para estabelecer dinâmicas de aprendizagem coletiva capazes de afastar a polarização baseada em visões antagónicas. A reflexão coletiva sobre diferentes formas (possíveis e efetivas, passadas e futuras) de violência realçará a relevância social do tratamento filosófico deste problema e a necessidade de um compromisso com a liberdade reflexiva para que novas soluções sejam encontradas. Nas horas assíncronas, haverá lugar à construção coletiva de conhecimento em fóruns da plataforma moodle. Serão abertos separadores com questões ou excertos de textos que requeiram respostas dos formandos sobre a procura de novas soluções para a violência em contexto escolar. Os contributos serão abertos à participação de todos. O formador, como facilitador do diálogo, fornecerá feedback e moderará as interações.
Avaliação
Os seguintes elementos serão alvo de avaliação formal: - Participações nas discussões síncronas 20% - Participação nos fóruns de discussão (plataforma moodle) 40% - Uma proposta de abordagem de um módulo letivo com a finalidade de expressar desacordos construtivos, com os quais todos os alunos possam alcançar uma compreensão mais aprofundada sobre múltiplas visões do mesmo tema 40% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões efectuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados nas escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Schmitt, Carl. O Conceito do Político. Lisboa: Edições 70, 2015.Arendt, Hannah. Sobre a Violência. Lisboa: Relógio dÁgua, 2014.Agamben, Giorgio. Estado de Excepção. Lisboa: Edições 70, 2018.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 10-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 2 | 14-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 3 | 17-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 4 | 21-04-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:00 | 2:00 | Online assíncrona |
| 5 | 24-04-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 08-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 7 | 12-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 21:00 | 3:00 | Online assíncrona |
| 8 | 15-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 22-05-2027 (Sábado) | 09:00 - 12:00 | 3:00 | Online síncrona |
INSCREVER-ME
Deus diante dos olhos: visualização filosófica ativa como estratégia didática
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Curso
25.0 horas
e-learning
Professores do Grupo 410
O ensino do problema da existência de Deus exige a abordagem de conceitos altamente abstratos (como omnipotência, necessidade ou contingência) e de argumentos complexos, frequentemente de difícil apropriação pelos alunos. Esta ação propõe o recurso à Visualização Filosófica Ativa uma estratégia ...
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Ref. 3922 Inscrições abertas até 02-05-2027 INSCREVER-ME
Registo de acreditação: CCPFC/ACC-136000/25
Modalidade: Curso de Formação
Duração: 25.0 horas
Início: 07-05-2027
Fim: 29-05-2027
Regime: e-learning
Local: online
Formador
Manuel João da Conceição e Pires
Destinatários
Professores do Grupo 410
Releva
Para os efeitos previstos no n.º 1 do artigo 8.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores, a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410. Mais se certifica que, para os efeitos previstos no artigo 9.º, do Regime Jurídico da Formação Contínua de Professores (dimensão científica e pedagógica), a presente ação releva para efeitos de progressão em carreira de Professores do Grupo 410.
Acreditado pelo
CCPFC - Conselho Científico Pedagógico de Formação Contínua
Entidade formadora/Parceria
Centro de Formação de Associação de Escolas Beira Mar e Associação de Professores de Filosofia
Enquadramento
O ensino do problema da existência de Deus exige a abordagem de conceitos altamente abstratos (como omnipotência, necessidade ou contingência) e de argumentos complexos, frequentemente de difícil apropriação pelos alunos. Esta ação propõe o recurso à Visualização Filosófica Ativa uma estratégia didático-filosófica que visa tornar visíveis, manipuláveis e experienciáveis os conceitos e estruturas argumentativas da Filosofia, através de metodologias ativas com intencionalidade filosófica. Combinando rigor lógico com imaginação disciplinada, promove-se uma apropriação mais crítica, profunda e autónoma desta problemática central das Aprendizagens Essenciais de Filosofia, em consonância com os princípios do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.
Objetivos
A ação visa capacitar os docentes para tornar visíveis os argumentos, conceitos e dilemas filosóficos sobre a existência de Deus através de estratégias de Visualização Filosófica Ativa. 1. Compreender a relevância filosófica e pedagógica do problema da existência de Deus. 2. Explorar o conceito de Visualização Filosófica Ativa como estratégia didático-filosófica. 3. Tornar visíveis atributos divinos como omnipotência e necessidade por via de analogias e esquemas. 4. Reconstruir visual e criticamente os argumentos cosmológicos, teleológicos e ontológicos. 5. Representar o problema do mal em experiências mentais encenadas. 6. Contrastar formas inferenciais e não inferenciais de justificação da crença. 7. Criar atividades com júris filosóficos, duelos de objeções e mapas argumentativos. 8. Traduzir conceitos metafísicos em formas inteligíveis e comunicáveis. 9. Desenvolver competências de análise lógica e argumentativa. 10. Articular o trabalho com as Aprendizagens Essenciais. 11. Estimular a metacognição filosófica nas práticas didáticas. 12. Explorar o uso pedagógico da IA na investigação filosófica.
Conteúdos
1. O Problema da Existência de Deus 1.1. Perenidade e Atualidade da Questão de Deus 1.1.1. Compreender a persistência da questão de Deus na história da filosofia 1.1.2. Relacionar a interrogação teísta com o contexto atual e o quotidiano dos alunos 1.2. Possíveis Estratégias de VFA 1.2.1. Linha do tempo argumentativa 1.2.2. Mural interativo com citações 1.2.3. Debate filosófico encenado 2. O Conceito de Deus e os Seus Atributos 2.1. Tornar visualizáveis os atributos divinos: omnipotência, omnibenevolência e omnisciência 2.2. Explorar coerência lógica entre os atributos 2.3. Estimular o pensamento abstrato e metafísico 2.4. Possíveis Estratégias de VFA 2.4.1. Mapa dos atributos divinos 2.4.2. Simulação de colisões conceituais 2.4.3. Dramatização metafísica 3. Argumentos Cosmológicos 3.1. Visualizar a estrutura do argumento da Primeira Causa (Tomás de Aquino) 3.2. Compreender o argumento Kalam (W. L. Craig) e o problema da infinitude 3.3. Possíveis Estratégias de VFA 3.3.1. Diagramas de regressão causal 3.3.2. Representação do início do universo 3.3.3. Encenação em mundos possíveis 4. Argumentos Teleológicos 4.1. Interpretar a ordem e finalidade natural (Tomás de Aquino) 4.2. Analisar a analogia do relojoeiro (William Paley) 4.3. Avaliar a hipótese do ajuste fino do universo (Fine Tuning) 4.4. Possíveis Estratégias de VFA 4.4.1. Júris filosóficos com evidência empírica 4.4.2. Animações visuais da complexidade 4.4.3. Simulações de universos múltiplos 5. Argumentos Ontológicos 5.1. Compreender a versão clássica (Anselmo) e a versão modal (Plantinga) 5.2. Aplicar a lógica de mundos possíveis 5.3. Possíveis Estratégias de VFA 5.3.1. Diagramas entre pensamento e ser 5.3.2. Jogos de lógica modal 5.3.3. Debates encenados com objeções 6. O Problema do Mal 6.1. Distinguir as versões lógica e indiciária do problema 6.2. Analisar a teodiceia do melhor mundo possível (Leibniz) 6.3. Explorar o soul-making e a defesa do livre-arbítrio (Plantinga) 6.4. Compreender os argumentos do dormitório (Blackburn) e do corço (Rowe) 6.5. Possíveis Estratégias de VFA 6.5.1. Animações de mundos com e sem mal 6.5.2. Dramatizações de dilemas morais 6.5.3. Simulações de sofrimento sem justificação 7. Formas de Justificação da Crença em Deus 7.1. Distinguir fé, fideísmo e evidencialismo 7.2. Avaliar a crença como apropriadamente básica (Plantinga) 7.3. Compreender a racionalidade prudencial na Aposta de Pascal 7.4. Contrastar a crença teísta com analogias paródicas (ex.: Monstro do Esparguete Voador) 7.5. Possíveis Estratégias de VFA 7.5.1. Júris filosóficos sobre tipos de crença 7.5.2. Simulações interativas de apostas 7.5.3. Visualizações de redes epistémicas 8. Pluralidade de Posições Filosóficas sobre Deus 8.1. Compreender diferentes formas de ateísmo (hostil vs. amigável) 8.2. Visualizar atitudes filosóficas perante o teísmo 8.3. Possíveis Estratégias de VFA 8.3.1. Debates entre crentes e céticos 8.3.2. Dinâmicas de tolerância e convivência intelectual 8.3.3. Análise crítica de posturas
Metodologias
Online síncrono: 20h | Trabalho autónomo (assíncrono): 5h A ação será dinamizada em sessões síncronas na plataforma Zoom, com recurso a estratégias de Visualização Filosófica Ativa, que visam tornar visíveis em mapas, imagens, analogias e encenações os argumentos e conceitos filosóficos trabalhados. As sessões incluirão momentos expositivos breves, atividades colaborativas, dramatizações filosóficas, simulações e experiências mentais conduzidas de forma interativa. Serão utilizados quadros partilhados, salas simultâneas para trabalho em pequenos grupos e ferramentas digitais para estimular a construção de visualizações conceptuais. A partilha de práticas entre docentes será encorajada, bem como a conceção de atividades transponíveis para o contexto de sala de aula. A ação culmina na elaboração de microprojetos de investigação filosófica, com possibilidade de integrar o uso de Inteligência Artificial (como o ChatGPT) na exploração e debate dos argumentos. Pretende-se criar um ambiente de pensamento crítico e criativo, onde a filosofia se torne visível, experienciável e pedagogicamente significativa.
Avaliação
Para além dos materiais e das reflexões realizadas durante a formação síncrona, os formandos terão de elaborar: ● Um projeto filosófico-didático. ● Um trabalho individual, que reflita sobre um dos tópicos abordados e desenvolva uma planificação didática, que materialize os conhecimentos e as competências adquiridas. Assiduidade e participação nas sessões - 20% Realização de tarefas 30% Trabalho individual 50% Obrigatoriedade de frequência de 2/3 das horas presenciais. Trabalhos práticos e reflexões críticas efetuadas, a partir das e nas sessões presenciais, de acordo com os critérios previamente estabelecidos, classificados na escala de 1 a 10, conforme indicado na Carta Circular CCPFC 3/2007 Setembro 2007, com a menção qualitativa de: - 1 a 4,9 valores Insuficiente; - 5 a 6,4 valores Regular; - 6,5 a 7,9 valores Bom; - 8 a 8,9 valores Muito Bom; - 9 a 10 valores - Excelente.
Bibliografia
Oppy, G. (2018). Atheism: The basics. Routledge.Rowe, W. L. (2007). Philosophy of religion: An introduction (4th ed.). Cengage Learning.Sorensen, R. A. (2003). A brief history of the paradox: Philosophy and the labyrinths of the mind. Oxford University Press.Hand, M., & Winstanley, C. (Eds.). (2008). Philosophy in schools. Continuum.Worley, P. (2011). The if machine: Philosophical enquiry in the classroom. Continuum.
Observações
Esta Ação de formação pressupõe pagamento, após confirmação da APFilosofia - mais informação em apfilosofia.org
Cronograma
| Sessão | Data | Horário | Duração | Tipo de sessão |
| 1 | 07-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 2 | 08-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 3 | 12-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 4 | 14-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 5 | 15-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 6 | 19-05-2027 (Quarta-feira) | 18:00 - 20:30 | 2:30 | Online assíncrona |
| 7 | 21-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 8 | 22-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
| 9 | 28-05-2027 (Sexta-feira) | 19:00 - 21:00 | 2:00 | Online síncrona |
| 10 | 29-05-2027 (Sábado) | 09:30 - 12:30 | 3:00 | Online síncrona |
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